Compulsão alimentar
Episódios de comer com sensação de perda de controle, seguidos de culpa. O transtorno alimentar mais comum.
Transtornos alimentares são condições de saúde que afetam a relação com a comida e com o corpo, e o tratamento envolve uma equipe com médico, psicólogo e nutricionista. A Giovanna Fogolin faz o acompanhamento nutricional com abordagem comportamental, em Campinas e online, para adolescentes, adultos e suas famílias.

Transtornos alimentares são condições de saúde em que a relação com a comida, com o peso e com o corpo passa a causar sofrimento e a interferir na vida da pessoa. Não são frescura, fase ou falta de força de vontade. São quadros reconhecidos, que têm tratamento.
Os mais conhecidos são a compulsão alimentar, a anorexia nervosa e a bulimia nervosa. Eles podem aparecer em qualquer idade, e muitas vezes começam na adolescência.
Episódios de comer com sensação de perda de controle, seguidos de culpa. O transtorno alimentar mais comum.
Um quadro grave, que tem tratamento e exige cuidado em equipe, com a família como parte do processo.
Um quadro muitas vezes vivido em segredo. Pedir ajuda não é motivo de vergonha.
No tratamento de um transtorno alimentar, cada profissional cuida de uma parte.
O médico acompanha a saúde física e, quando necessário, a medicação.
O psicólogo trabalha as emoções, os pensamentos e a história por trás do quadro.
A nutricionista cuida da alimentação e da relação com a comida, incluindo os pensamentos sobre o que se come.
Na abordagem comportamental, isso significa reconstruir aos poucos a forma de comer, reduzir o medo e a culpa em torno da comida e ajudar a pessoa a voltar a confiar nos próprios sinais, sempre em conversa com os demais profissionais da equipe.
Quando o paciente é adolescente, quem percebe primeiro e decide buscar ajuda costuma ser a família. Por isso existem duas páginas pensadas para quem cuida.
Vale procurar um profissional quando a comida, o peso ou o corpo passam a ocupar grande parte dos pensamentos, quando comer vem acompanhado de medo, culpa ou segredo, ou quando a relação com a comida começa a afastar a pessoa da família, dos amigos e das atividades de que gostava.
Não é preciso ter certeza de que é um transtorno alimentar para buscar ajuda. A avaliação existe justamente para entender o que está acontecendo.
É uma condição de saúde em que a relação com a comida, com o peso e com o corpo passa a causar sofrimento e a interferir na vida da pessoa. Tem tratamento, feito por uma equipe.
Os mais conhecidos são a compulsão alimentar, a anorexia nervosa e a bulimia nervosa. Há outros, como o transtorno alimentar restritivo evitativo, o TARE.
No uso do dia a dia, as duas expressões costumam ser usadas como sinônimos. O termo usado nos manuais de diagnóstico é transtorno alimentar.
Qualquer um da equipe pode ser a porta de entrada: médico, psicólogo ou nutricionista. O importante é que o cuidado seja feito em conjunto. Em situação de risco, o primeiro passo é o atendimento médico de urgência.
Não. O tratamento envolve uma equipe. A nutricionista cuida da alimentação e da relação com a comida, incluindo os pensamentos sobre o que se come, sempre em conjunto com os outros profissionais.
Sim. A parte nutricional do tratamento é oferecida inteiramente online, para pessoas de todo o Brasil, sempre em conjunto com a equipe multidisciplinar do paciente.
Sim. O agendamento e o acompanhamento de menores de idade são feitos com o responsável.
Faça a triagem para você ou para o seu filho. A conversa continua pelo WhatsApp.