Fome emocional
Quando você come para lidar com o que sente.
A nutrição comportamental cuida da relação com a comida, e não só do que está no prato. Trabalha a fome emocional, a imagem corporal, a culpa e o ciclo das dietas restritivas. A Giovanna Fogolin atende com essa abordagem em Campinas e online, para quem quer comer em paz, sem viver de regras rígidas.

A nutrição comportamental é uma abordagem da nutrição que olha para o comportamento alimentar como um todo: o que a pessoa come, mas também como, quando, por que e com que sentimento. Ela considera as emoções, as crenças sobre comida, a história de dietas e a relação com o próprio corpo.
Em vez de começar por um cardápio, começa por entender a pessoa.
Uma dieta restritiva define, com regras rígidas, o que comer e o que evitar. A nutrição comportamental também cuida da alimentação, mas trabalha junto os motivos que fazem uma pessoa abandonar dietas, repetir ciclos de restrição e descontrole ou sentir culpa ao comer.
O objetivo é que as mudanças se sustentem porque fazem sentido para a pessoa, e não porque foram impostas.
Quando você come para lidar com o que sente.
Quando o espelho pesa mais do que deveria.
Comer com atenção aos sinais do corpo.
Para quem vive entre dieta e descontrole.
Quando a forma como você se vê aparece no prato.
Quando comer saudável vira obsessão.
Quando o treino deixa de ser saúde.
O acompanhamento começa pela história da pessoa com a comida. A partir dela, a Giovanna constrói com o paciente mudanças possíveis, trabalha as crenças que geram culpa e ajuda a reconhecer os sinais de fome e de saciedade. Cada retorno ajusta o caminho ao que aconteceu na vida real.
É uma abordagem da nutrição que considera os aspectos emocionais, sociais e culturais da alimentação, e não só o que está no prato.
Entre as mais usadas estão a entrevista motivacional, o mindful eating e os princípios do comer intuitivo.
A nutrição comportamental também acompanha quem quer emagrecer, mas o foco é a relação com a comida. O peso não é o único objetivo nem o único indicador de progresso.
Não um cardápio restritivo. As orientações são construídas com você e, quando ajudam, trazem sugestões de refeições, sem uma lista rígida de proibições.
O psicólogo trabalha as emoções e a história de forma ampla. A nutricionista comportamental trabalha a alimentação e a relação com a comida. Em muitos casos, os dois atuam juntos.
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